Nanoglutationa Complex Transdérmica
Tecnologia para maior estabilidade e permeação
Pioneirismo e inovação Essentia Pharma
Transformar ciência em algo que pode fazer a diferença na vida das pessoas exige
pesquisa, precisão e um cuidado extraordinário em cada detalhe. Foi com esse olhar que
unimos conhecimento científico, tecnologia e inovação farmacêutica para elevar todo o
potencial da glutationa em uma nova forma de uso.
A primeira do Brasil
A Nanoglutationa Complex Transdérmica é a primeira glutationa em escala nanométrica
complexada em ciclodextrina do Brasil.
Com base em estudos científicos, reunimos tecnologias de alta precisão, laboratórios
avançados e uma equipe especializada para transformar conhecimento científico em
soluções inovadoras para o cuidado com a saúde.
O resultado é uma formulação padronizada, estável e sem odor característico, pensada
para proporcionar uma experiência de tratamento ainda mais confortável.
Glutationa: principal antioxidante endógeno
A glutationa (GSH) é considerada o principal antioxidante intracelular e desempenha um
papel importante na manutenção da homeostase redox, na proteção contra o estresse
oxidativo e na regeneração de outros antioxidantes, como as vitaminas C e E. (1)
Por sua atuação no equilíbrio oxidativo, a glutationa está relacionada a diferentes processos
do organismo, podendo contribuir para o controle de inflamações comuns em infecções
graves e a proteção contra fibrose, danos vasculares e outros quadros relacionados, além
da desintoxicação hepática e da fotoproteção cutânea. (1,2)
Limitações para o uso da glutationa
A biodisponibilidade oral da glutationa é limitada devido à intensa degradação enzimática
da molécula no trato gastrointestinal.(1) Além disso, sua administração por essa via é
frequentemente associada a reações adversas gastrointestinais, que podem comprometer a
adesão e o conforto do paciente.(3)
Nesse contexto, o uso transdérmico vem sendo estudado como alternativa ao uso oral.
No entanto, essa abordagem também apresenta desafios que precisam ser considerados: a
glutationa possui alta instabilidade quando exposta ao ar, à luz e a variações de pH, além de
apresentar caráter hidrofílico, que dificulta sua passagem pela barreira do estrato córneo.(2)
Diante desse cenário, desenvolvemos uma tecnologia inovadora que combina a glutationa
em escala nanométrica à tecnologia de complexação em ciclodextrina, criando uma nova
possibilidade para o uso transdérmico. Essa associação visa favorecer a estabilidade e a
permeação transdérmica da glutationa, com potencial para ampliar a disponibilidade do
ativo em nível sistêmico.
Alternativa inovadora para reposição de glutationa
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Desenvolvimento Essentia Pharma com base em estudos científicos.
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Tamanho final de partícula em torno de 400nm.
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Ação antioxidante potencializada.
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Aplicação prática e sem odor característico.
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Maior estabilidade, permeação transdérmica e disponibilidade sistêmica.
O que é complexação em ciclodextrina
A formação do complexo glutationa-ciclodextrina vai além da simples combinação dos dois
componentes em meio aquoso. Sua obtenção depende de uma técnica de manipulação
específica, desenvolvida para assegurar a correta complexação da glutationa e,
consequentemente, a estabilidade e a eficácia da formulação.
Além das características e da estabilidade proporcionadas por essa associação,
a tecnologia também se destaca pela ausência do odor característico de enxofre,
frequentemente percebido de forma marcante em outras formulações com glutationa
disponíveis no mercado. Esse diferencial pode proporcionar uma experiência de tratamento
mais agradável e confortável, além de contribuir para a adesão do paciente ao tratamento.

Evidências clínicas
Maior estabilidade e biodisponibilidade
Segundo estudos, a ciclodextrina pode aumentar a estabilidade da glutationa, protegendo a molécula contra a oxidação acelerada. Essa associação também pode melhorar sua biodisponibilidade e possibilitar a administração transdérmica, superando as limitações da glutationa livre.(1,2,4,5)
Maior permeação transdérmica
A literatura aponta que nanopartículas de glutationa complexada em ciclodextrina apresentam maior facilidade para atravessar os canais de água cutâneos, o que pode facilitar sua permeação e absorção transdérmica sem depender da matriz lipídica do estrato córneo.(1,5)
Compatibilidade com a pele
A ciclodextrina pode atuar como agente de permeação, entregando a glutationa sem interferir diretamente na matriz lipídica da pele. Estudos e revisões apontam que a complexação pode reduzir possíveis reações alérgicas de contato, promovendo maior compatibilidade entre a glutationa e a pele.(5)
Absorção e potencial antioxidante
Em um estudo clínico preliminar, 30 indivíduos saudáveis receberam 100mg de uma formulação transdérmica de glutationa complexada com ciclodextrina ou placebo, duas vezes ao dia, por três dias. Ao final do período, observou-se um aumento estatisticamente significativo nos níveis sistêmicos de glutationa em comparação ao placebo, acompanhado pela redução dos níveis de malondialdeído (MDA), um marcador de estresse oxidativo.(3)
Nenhum efeito adverso foi relatado durante o período do estudo.
Modulação do sistema imunológico
No mesmo estudo(3), o tratamento com a glutationa complexada à ciclodextrina induziu um aumento plasmático em marcadores do sistema imunológico (citocinas IL-2, IFN-γ, IL-12p70 e TNF-α), indicando estimulação e fortalecimento da resposta imune adaptativa celular. No grupo placebo, observou-se o efeito inverso: houve queda na produção de IL-2 e estabilidade sem elevação das demais citocinas.
Benefícios para pele
Fatores externos, como a radiação UV, a poluição e os processos inflamatórios reduzem os níveis de glutationa nas células da pele, favorecendo danos oxidativos, degradação de colágeno, hiperpigmentação e envelhecimento cutâneo. Nesse cenário, uma revisão sistemática sugere que a reposição tópica da glutationa pode aumentar a capacidade antioxidante celular e a proteção contra raios UV e melhorar a hiperpigmentação, a barreira cutânea e o aspecto das rugas.(6)
Aplicações promissoras em quadros clínicos
A suplementação com glutationa tem sido estudada em condições que envolvem estresse oxidativo, inflamação persistente e desequilíbrios imunológicos. Uma ampla revisão(7) levanta a hipótese de que o complexo glutationa-ciclodextrina possa atuar como possível auxiliar em tratamentos de COVID-19, COVID longa, diabetes mellitus e suas complicações, além de quadros neurológicos (como Alzheimer e Transtorno do Espectro Autista) e cardiovasculares. Seu potencial está relacionado ao mecanismo antioxidante da glutationa, uma alternativa promissora para patologias ligadas ao estresse oxidativo, mas que ainda depende de validação por estudos clínicos adicionais.
Suporte terapêutico ao TEA
Fatores como estresse oxidativo, alterações na função mitocondrial e processos inflamatórios vêm sendo associados a alterações metabólicas observadas em parte dos indivíduos com Transtorno do Espectro Autista (TEA), podendo contribuir para desequilíbrios na homeostase celular.(9)
Nesse contexto, a glutationa tem sido estudada como estratégia de suporte à defesa antioxidante e à homeostase redox de pacientes com TEA, considerando sua importante participação em processos oxidativos e antioxidantes no organismo.(9,10)
Estudos sugerem que sua suplementação pode contribuir para a modulação de marcadores relacionados ao estresse oxidativo e, potencialmente, para a melhora de alguns aspectos associados a comorbidades e manifestações comportamentais em indivíduos com TEA. Esses achados reforçam o interesse da glutationa como uma possível estratégia complementar de suporte.(9,10)
Apresentação
Nanoglutationa Complex Transdérmica 80mg/1mL
Sugestão posológica: aplicar 1 dose (4 jatos), 1 a 2 vezes ao dia, distribuindo os jatos por duas ou mais regiões da pele, de preferência sem pelos. Aguardar secar completamente.
IMPORTANTE
Este material é de apoio técnico para prescritores e é proibida a sua divulgação para consumidores, nos termos do item 5.14 da RDC 67/2007.
1. Yutani R, Venketaraman V. The COVID-19 Illness: Addressing the Current Treatment Limitations and Care Gaps with a Novel Alternative and Complementary Agent-the Glutathione-Cyclodextrin Complex. Altern Ther Health Med. 2023 May;29(4):28–35.
2. Cutrignelli A, Lopedota A, Denora N, Laquintana V, Tongiani S, Franco M. Characterization and release studies of liposomal gels containing glutathione/cyclodextrins complexes potentially useful for cutaneous administration. J Pharm Sci. 2014 Apr;103(4):1246–54.
3. Sasaninia K, Kelley M, Abnousian A, Badaoui A, Alexander L, Sheren N, et al. Topical Absorption of Glutathione-Cyclodextrin Nanoparticle Complex in Healthy Human Subjects Improves Immune Response against Mycobacterium avium Infection. Antioxidants (Basel). 2023 Jul 2;12(7).
4. Webber V, de Siqueira Ferreira D, Barreto PLM, Weiss-Angeli V, Vanderlinde R. Preparation and characterization of microparticles of β-cyclodextrin/glutathione and chitosan/glutathione obtained by spray-drying. Food Res Int. 2018 Mar;105:432–9.
5. Ferreira L, Mascarenhas-Melo F, Rabaça S, Mathur A, Sharma A, Giram PS, et al. Cyclodextrin-based dermatological formulations: Dermopharmaceutical and cosmetic applications. Colloids Surf B Biointerfaces. 2023 Jan;221:113012.
6. Khanna R, Rambhia P, Chapas A. Systematic review of the efficacy and safety of topical glutathione in dermatology. J Clin Aesthet Dermatol. 2025;18(9):51–54
7. Yutani R, Venketaraman V, Sheren N. Treatment of Acute and Long-COVID, Diabetes, Myocardial Infarction, and Alzheimer’s Disease: The Potential Role of a Novel Nano-Compound-The Transdermal Glutathione-Cyclodextrin Complex. Antioxidants (Basel). 2024 Sep 12;13(9).
8. KUŹNIAR-PAŁKA, Aleksandra. The Role of Oxidative Stress in Autism Spectrum Disorder Pathophysiology, Diagnosis and Treatment. Biomedicines, [S. l.], v. 13, n. 2, art. 388, p. 1-20, 2025.
9. CHEN, Lei et al. Oxidative stress marker aberrations in children with autism spectrum disorder: a systematic review and meta-analysis of 87 studies (N= 9109). Translational Psychiatry, [S. l.], v. 11, art. 15, p. 1-10, 2021
10. FRUSTACI, Alessandra et al. Oxidative stress-related biomarkers in autism: Systematic review and meta-analyses. Free Radical Biology and Medicine, [S. l.], v. 52, n. 11, p. 2128-2141, 2012
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